Que valor tem a amizade?
Se te pedisse um abraço agora, se quisesse trocar uma simples palavra de desabafo, será que estarias aí para mim?
Se um abraço fosse o suficiente para afagar as mágoas da vida, e um olhar a confiança para seguir em frente, ainda estarias disposto a estar aí por mim?
Pois digo-te que estarei aqui… Mesmo que o olhar mal se cruze, que o aperto de mão seja só porque sim, mesmo que entre nós uma barreira invisível se tenha intrometido estupidamente…
Mesmo que a revolta me encha o coração, mesmo que não consiga controlar o orgulho… Estarei aqui por ti, em nome da nossa amizade…
Pois não esqueço que foram muitas horas de sorrisos cúmplices, de farras intermináveis, de aventuras sem fim…
Das noitadas em branco ao balcão a afogar as magoas de amores perdidos e a brindar a novas conquistas, do mergulho mais fantástico das nossas vidas brindado por um cardume de corvinas…
Não esqueço do dia em que te dei a mão para que não caísses, e da noite em que ía ficando preso naquele incêndio brutal e que ao olhar em frente, lá estava a tua mão para me tirar de lá…
De que valeu tudo isto? Não será o suficiente para quebrar uma qualquer barreira?
De todas as coisas perfeitas que existem no universo, nenhuma é igualmente tão perfeita assim, para que um erro, uma palavra mal dita, uma diferença de opinião, uma discórdia, uma diferença, arruíne a única coisa perfeita que temos na vida, a nossa amizade…
Depois de leres isto, se esticasse a mão, o aperto seria só porque sim???
Se um abraço fosse o suficiente para afagar as mágoas da vida, e um olhar a confiança para seguir em frente, ainda estarias disposto a estar aí por mim?
Pois digo-te que estarei aqui… Mesmo que o olhar mal se cruze, que o aperto de mão seja só porque sim, mesmo que entre nós uma barreira invisível se tenha intrometido estupidamente…
Mesmo que a revolta me encha o coração, mesmo que não consiga controlar o orgulho… Estarei aqui por ti, em nome da nossa amizade…
Pois não esqueço que foram muitas horas de sorrisos cúmplices, de farras intermináveis, de aventuras sem fim…
Das noitadas em branco ao balcão a afogar as magoas de amores perdidos e a brindar a novas conquistas, do mergulho mais fantástico das nossas vidas brindado por um cardume de corvinas…
Não esqueço do dia em que te dei a mão para que não caísses, e da noite em que ía ficando preso naquele incêndio brutal e que ao olhar em frente, lá estava a tua mão para me tirar de lá…
De que valeu tudo isto? Não será o suficiente para quebrar uma qualquer barreira?
De todas as coisas perfeitas que existem no universo, nenhuma é igualmente tão perfeita assim, para que um erro, uma palavra mal dita, uma diferença de opinião, uma discórdia, uma diferença, arruíne a única coisa perfeita que temos na vida, a nossa amizade…
Depois de leres isto, se esticasse a mão, o aperto seria só porque sim???
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