Sou eu a historia

És uma estrela brilhante, embora julgues que o teu brilho pouco alcance, brilha como um sol gigante que nos aquece o coração, que nos afaga a alma e nos faz sonhar.
És um sonho quente de verão que me invade todas as noites e me persegue durante o dia, que me faz querer sentir-te real, física.
Sem uma única palavra , sem um único olhar me invadistes, bastou um suspiro escondido, uma força abafada que escondes e te faz prisioneira de ti mesma.
És uma impossível história de amor, um conto cantado na boca de um poeta, uma prosa errante que passa de boca em boca tocando nos corações dos amantes… És a agua que fluía a meus pés neste rio imenso, que me vence por inércia de saber que nada posso fazer para te ter.
Olho pela janela e já só consigo distinguir o dia da noite, já não existem flores nem arvores no jardim, nem mesmo o próprio jardim, a única coisa que lá ficou foi a recordação de uns olhos que me conquistaram, um sorriso que me revolucionou, um grito que nunca se fez ouvir por entre as paredes que tentam tocar o céu…
Segui-te como quem persegue um sonho, corri em busca de ti e sonhei, vivi um historia que nunca foi real. No palco da outra margem representei bem o papel, vivi-o com tanta intensidade que te amei, que acreditei que nada mais interessava a não ser o mundo, o universo, que nada mais podia fazer-me parar a não ser que o céu caísse… E ele caiu…
Continuo a vir aqui dia após dia, maré atrás de maré, e são eles que contam o meu tempo, que me fazem sentir o tão longe que tu te encontras embora aqui á distância de uma palavra, de um gesto. Mas gostava de voltar a cruzar meu olhar com o teu, sem te dizer uma palavra fazer-te sentir que sou eu… Sou eu a historia que contam de alguém que chora nas aguas do Tejo fazendo-o encher e transbordar, que é dos meus lábios que sai a leve brisa que toca em teus cabelos todas as manhas quando sais á rua, que é dos meus sonhos que brilham as estrelas que vês no céu todas as noites… Sou eu, sou eu quem te espera, mesmo sabendo que jamais virás, mesmo sabendo que esse sorriso não é a mim que se deve, que essa boca não sou eu que beijo… Mas que posso eu fazer se mesmo assim um dia que não acorde contigo no coração, é um dia que não existe.
És um sonho quente de verão que me invade todas as noites e me persegue durante o dia, que me faz querer sentir-te real, física.
Sem uma única palavra , sem um único olhar me invadistes, bastou um suspiro escondido, uma força abafada que escondes e te faz prisioneira de ti mesma.
És uma impossível história de amor, um conto cantado na boca de um poeta, uma prosa errante que passa de boca em boca tocando nos corações dos amantes… És a agua que fluía a meus pés neste rio imenso, que me vence por inércia de saber que nada posso fazer para te ter.
Olho pela janela e já só consigo distinguir o dia da noite, já não existem flores nem arvores no jardim, nem mesmo o próprio jardim, a única coisa que lá ficou foi a recordação de uns olhos que me conquistaram, um sorriso que me revolucionou, um grito que nunca se fez ouvir por entre as paredes que tentam tocar o céu…
Segui-te como quem persegue um sonho, corri em busca de ti e sonhei, vivi um historia que nunca foi real. No palco da outra margem representei bem o papel, vivi-o com tanta intensidade que te amei, que acreditei que nada mais interessava a não ser o mundo, o universo, que nada mais podia fazer-me parar a não ser que o céu caísse… E ele caiu…
Continuo a vir aqui dia após dia, maré atrás de maré, e são eles que contam o meu tempo, que me fazem sentir o tão longe que tu te encontras embora aqui á distância de uma palavra, de um gesto. Mas gostava de voltar a cruzar meu olhar com o teu, sem te dizer uma palavra fazer-te sentir que sou eu… Sou eu a historia que contam de alguém que chora nas aguas do Tejo fazendo-o encher e transbordar, que é dos meus lábios que sai a leve brisa que toca em teus cabelos todas as manhas quando sais á rua, que é dos meus sonhos que brilham as estrelas que vês no céu todas as noites… Sou eu, sou eu quem te espera, mesmo sabendo que jamais virás, mesmo sabendo que esse sorriso não é a mim que se deve, que essa boca não sou eu que beijo… Mas que posso eu fazer se mesmo assim um dia que não acorde contigo no coração, é um dia que não existe.
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