Desejo Proibido

Pegar-te na mão e sentir aquele calafrio invadir-me, ouvir a tua respiração ao ouvido enquanto teus dedos passeiam loucos pelo meu rosto, olhar-te nos olhos e ver o brilho do amor tocar em mim, como fogo...
Eles dizem que é loucura, dizem que é pecado teu corpo tocar o meu, banhar-me em teu suor, deslizar em tua pele húmida de desejo... Eles dizem...
Mas só o tempo é testemunha da perdição das nossas almas, da atracção dos nossos corpos...
O tempo é pouco para nós, o dia diminuto, a noite escassa...
Meu pensamento está sempre em ti, invades meus sonhos...
Viraste o mundo de pernas para o ar, tornaste-me num bandido de amor, num traidor inato...
E eles dizem que é proibido, que és um fruto da maldade, que é loucura possuir-te, desejar-te...
Mas os meus dias já não o são, se neles não sentir o teu cheiro, se este desejo que me consome cada célula do corpo, não se alimenta de ti... A tua voz é o som prefeito para me levar á lua, num êxtase de prazer que só tu me consegues fazer sentir.
Nem eles sonham o que a noite nos trás... Nem imaginam que algures, dois corpos se amam como se o mundo se fosse extinguir no momento, como se alguém nos pudesse roubar tamanho desejo...
É na ignorância deles que nos amamos, que nos escondemos para fazer valer esta paixão ardente...
É, porque nosso amor é proibido, é traição, é loucura...
Eles querem-nos derrubar, afastar nossos corpos delinquentes, perversos, nesta atracção impetuosa que tomou conta de nós...
Eles têm razão... Mas uma razão que nada pode fazer para nos afastar, porque é forte, gigante, soberbo, sublime, altivo, o que dentro de nós faz explodir esta louca paixão que nos invade...
E se um dia o mundo parar para nos fazer cair, morrerei por nós, para que não te culpem por esta loucura, por esta alucinação...
Eles não sabem é que esperarei por ti, lá do outro lado da vida, para voltarmos a fazer valer este desejo que nos consome para alem da carne... Eles não sabem...
Eles dizem que é loucura, dizem que é pecado teu corpo tocar o meu, banhar-me em teu suor, deslizar em tua pele húmida de desejo... Eles dizem...
Mas só o tempo é testemunha da perdição das nossas almas, da atracção dos nossos corpos...
O tempo é pouco para nós, o dia diminuto, a noite escassa...
Meu pensamento está sempre em ti, invades meus sonhos...
Viraste o mundo de pernas para o ar, tornaste-me num bandido de amor, num traidor inato...
E eles dizem que é proibido, que és um fruto da maldade, que é loucura possuir-te, desejar-te...
Mas os meus dias já não o são, se neles não sentir o teu cheiro, se este desejo que me consome cada célula do corpo, não se alimenta de ti... A tua voz é o som prefeito para me levar á lua, num êxtase de prazer que só tu me consegues fazer sentir.
Nem eles sonham o que a noite nos trás... Nem imaginam que algures, dois corpos se amam como se o mundo se fosse extinguir no momento, como se alguém nos pudesse roubar tamanho desejo...
É na ignorância deles que nos amamos, que nos escondemos para fazer valer esta paixão ardente...
É, porque nosso amor é proibido, é traição, é loucura...
Eles querem-nos derrubar, afastar nossos corpos delinquentes, perversos, nesta atracção impetuosa que tomou conta de nós...
Eles têm razão... Mas uma razão que nada pode fazer para nos afastar, porque é forte, gigante, soberbo, sublime, altivo, o que dentro de nós faz explodir esta louca paixão que nos invade...
E se um dia o mundo parar para nos fazer cair, morrerei por nós, para que não te culpem por esta loucura, por esta alucinação...
Eles não sabem é que esperarei por ti, lá do outro lado da vida, para voltarmos a fazer valer este desejo que nos consome para alem da carne... Eles não sabem...
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