Olhar proibido

Não olhes para mim, não quero que sintas a minha decadência… Por favor, esse olhar é demasiado para a minha fragilidade, é mais uma de tantas torturas…
Não olhes assim para mim…
Não vês que estou por terra?!! Que o meu mundo está prestes a claudicar?!!
Não olhes assim para mim, este cruzar de olhos que ninguém vê, tão fugaz, tão carente!!!
Um olhar com vontade de abraçar, com vontade de soltar as palavras presas na garganta…
Um cruzar de olhos cúmplice que dizem mais em silencio que muitas palavras, que toca no coração quando meus olhos por um breve instante tocam os teus…
Mas eu não quero o quero tanto!!! Um cruzar de olhos que tudo diz…
Não quero porque estou a morrer por não saber viver nesta solidão… Ninguém vê, ninguém sente, ninguém repara… Somente tu me olhas assim…
Não olhes assim para mim…
Não vês que estou por terra?!! Que o meu mundo está prestes a claudicar?!!
Não olhes assim para mim, este cruzar de olhos que ninguém vê, tão fugaz, tão carente!!!
Um olhar com vontade de abraçar, com vontade de soltar as palavras presas na garganta…
Um cruzar de olhos cúmplice que dizem mais em silencio que muitas palavras, que toca no coração quando meus olhos por um breve instante tocam os teus…
Mas eu não quero o quero tanto!!! Um cruzar de olhos que tudo diz…
Não quero porque estou a morrer por não saber viver nesta solidão… Ninguém vê, ninguém sente, ninguém repara… Somente tu me olhas assim…
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