Toca-me

Nas vagas do tempo me abandono fingindo que a tua ausência me é indiferente, mas o que é certo é que em cada segundo te procuro, tento olhar-te no rosto esperando por aquele momento magico que tudo muda, aquele momento em que jamais nada será o mesmo, mas não, não é em teus olhos que olho quando me cruzo com alguém que bem podias ser tu, não és tu quando o telefone toca, quando não há palavras que definam a beleza, quando o mundo pára ao ver alguém passar mas… mas não, tarda o momento em que um dia sinta que finalmente te encontrei, que a vida comece por fim a fazer algum sentido.
Já senti por vezes o poder de te ter encontrado, o amor que fiz explodir em mim, a alegria de acordar e saber que estavas ali a meu lado, de sentir a felicidade somente por caminhar de mão dada contigo pela rua, o vício do teu cheiro, a magnitude da tua presença, a amplitude do teu espírito, mas… mas não eras tu, e precocemente tudo se evaporou, tudo se desfez…
E na ampulheta da vida, minha alma vai-se dispersando em milhões de partículas, fazendo o tempo contar sem parar, e o que te poderia dar hoje, amanhã já será tarde porque o não te ter vai-me levando cada vez mais a esperança que guardo em mim e procurar-te nas ruas da cidade, nos trilhos do bosque, nos fundos do mar já começa a ser uma tarefa bem pesada e ingrata por quem simplesmente te quer amar sem reservas, sem medo que chegue o fim desde que estejas a meu lado.
Toca-me nem que seja com o teu olhar, diz-me que és tu nem que seja somente por um sinal, mas diz que estás aqui, que finalmente fazes parte do meu mundo para que meu sorriso volte a brilhar e para que os meus dias sejam mais fáceis de suportar por saber que tudo é somente uma questão de tempo, uma questão que faz o destino… Toca-me…
Já senti por vezes o poder de te ter encontrado, o amor que fiz explodir em mim, a alegria de acordar e saber que estavas ali a meu lado, de sentir a felicidade somente por caminhar de mão dada contigo pela rua, o vício do teu cheiro, a magnitude da tua presença, a amplitude do teu espírito, mas… mas não eras tu, e precocemente tudo se evaporou, tudo se desfez…
E na ampulheta da vida, minha alma vai-se dispersando em milhões de partículas, fazendo o tempo contar sem parar, e o que te poderia dar hoje, amanhã já será tarde porque o não te ter vai-me levando cada vez mais a esperança que guardo em mim e procurar-te nas ruas da cidade, nos trilhos do bosque, nos fundos do mar já começa a ser uma tarefa bem pesada e ingrata por quem simplesmente te quer amar sem reservas, sem medo que chegue o fim desde que estejas a meu lado.
Toca-me nem que seja com o teu olhar, diz-me que és tu nem que seja somente por um sinal, mas diz que estás aqui, que finalmente fazes parte do meu mundo para que meu sorriso volte a brilhar e para que os meus dias sejam mais fáceis de suportar por saber que tudo é somente uma questão de tempo, uma questão que faz o destino… Toca-me…
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