Suspiro

Neste meu ultimo momento, neste suspiro que vem do mais fundo de mim traz a saudade que sinto por ti, a angustia de sentir o pesar de não te sentir…
Pergunta-me o vento do que preciso para me manter de pé?!! Talvez do teu respirar, do cheiro do teu corpo ao sabor do meu toque… Talvez acordar deste enorme pesadelo e ver-te ali ao meu lado, amar-te sem restrições sem contar o tempo, sem olhar para trás e nem sequer saber do que vem pela frente…
Talvez gritar teu nome no precipício da minha angustia, enfrentar os dias que se arrastam como uma tortura, vincando-me na pele cada segundo em que nada sei de ti…
Talvez não mais chorar por uma breve passagem, mesmo que tenha sido eterna, não mais viver ancorado a uma utopia e acordar… Acordar uma única só vez sem ter de travar esta dura batalha contra o teu veneno, viver e respirar de um outro ar, esquecer tudo o que me deixaste ignorando sem vacilar…
Neste meu ultimo momento, choro pelo que não estou a perder mas por tudo o que um dia tive, por uma mão vazia de tudo e perdida por outra cheia de nada…
Sinto-me despido, sem pele, sem alma. Já não importa fugir se mesmo assim me persegues, não vale de nada me esconder se no melhor esconderijo mesmo assim tu consegues lá estar.
Pergunta-me a saudade porque me abraça ela mim??? Porque ainda se torna difícil de respirar, porque ainda olho para o relógio a contar as horas para trás, porque ainda espero ouvir a tua voz do outro lado, porque ainda faço o mesmo percurso em busca do teu abraço, porque ainda olho para a outra margem do rio com nostalgia, porque sinto o mar como se te sentisse a ti, porque tem sido bem mais difícil para mim do que para ti sentir que naquele dia o mundo desabou e que jamais terá vida…
Neste meu ultimo momento, deito um simples e breve suspiro. Leva-o o vento até ti de mansinho e que te toque no rosto devagarinho, e que sintas e saibas que sou eu que morro por não te sentir…
Haja alguém que me faça chegar!!!
Pergunta-me o vento do que preciso para me manter de pé?!! Talvez do teu respirar, do cheiro do teu corpo ao sabor do meu toque… Talvez acordar deste enorme pesadelo e ver-te ali ao meu lado, amar-te sem restrições sem contar o tempo, sem olhar para trás e nem sequer saber do que vem pela frente…
Talvez gritar teu nome no precipício da minha angustia, enfrentar os dias que se arrastam como uma tortura, vincando-me na pele cada segundo em que nada sei de ti…
Talvez não mais chorar por uma breve passagem, mesmo que tenha sido eterna, não mais viver ancorado a uma utopia e acordar… Acordar uma única só vez sem ter de travar esta dura batalha contra o teu veneno, viver e respirar de um outro ar, esquecer tudo o que me deixaste ignorando sem vacilar…
Neste meu ultimo momento, choro pelo que não estou a perder mas por tudo o que um dia tive, por uma mão vazia de tudo e perdida por outra cheia de nada…
Sinto-me despido, sem pele, sem alma. Já não importa fugir se mesmo assim me persegues, não vale de nada me esconder se no melhor esconderijo mesmo assim tu consegues lá estar.
Pergunta-me a saudade porque me abraça ela mim??? Porque ainda se torna difícil de respirar, porque ainda olho para o relógio a contar as horas para trás, porque ainda espero ouvir a tua voz do outro lado, porque ainda faço o mesmo percurso em busca do teu abraço, porque ainda olho para a outra margem do rio com nostalgia, porque sinto o mar como se te sentisse a ti, porque tem sido bem mais difícil para mim do que para ti sentir que naquele dia o mundo desabou e que jamais terá vida…
Neste meu ultimo momento, deito um simples e breve suspiro. Leva-o o vento até ti de mansinho e que te toque no rosto devagarinho, e que sintas e saibas que sou eu que morro por não te sentir…
Haja alguém que me faça chegar!!!
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