Por...


Nas vagas da vida, meu barco perdido errante navega, sem norte, sem luz. Não sei porque ventos me sinto impelido, não sei a que praias o mar me conduz. Sonhando chorei, sonhava que me querias deixar...Acordei...Amargamente fiquei depois a chorar. Criaste uma vida imaginaria, que cede à fantasia, nós com a vida real também brincamos porem sem alegria. O meu mal já não tem cura porque é já mal de raiz, desde o berço à sepultura tenho de ser infeliz. O teu amor era falso e teve pouca duração, mas deixou mágoas eternas no meu pobre coração. No passado uma saudade, no presente uma amargura, e no futuro uma esperança de imaginaria ventura. Sim, por vezes tu sorrias e os sorrisos o que são? Quase sempre profecias das penas do coração e quem se ri está contente e quem está contente é feliz, mas cala-te coração, o que sentes não se diz. Vem livrar-me com os teus olhos que foi por eles que me perdi, dá-me a vida com teus beijos já que por beijos morri...

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